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Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil comenta sobre a reforma trabalhista

Sindicalista teme a retirada de direitos e a desvalorização da mão de obra

Destaque Popular, em Volta Redonda
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Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil comenta sobre a reforma trabalhista

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Volta Redonda e região, Sebastião Paulo de Assis, comentou esta semana sobre a aprovação da reforma trabalhista no Senado.  Para ele, a proposta é um retrocesso de direitos como 13º salário, férias, adicional noturno, licenças, salário mínimo, entre outros, que deixam de ser blindados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e podem ser negociados nos acordos coletivos entre as empresas e os trabalhadores.


- Trabalhadores, coagidos pelos empregadores num país onde o desemprego e o trabalho informal só aumentam, passam a ficar a mercê de qualquer negociação. Muitos trabalhadores ainda desconhecem o que está por trás das mudanças e os estragos econômico e social que causarão no país. Estamos a ponto de presenciar a exploração e a desvalorização de mão de obra, o esgotamento físico e mental do trabalhador que corre o risco de ser coagido a trabalhar o triplo de horas semanais – comenta Sebastião Paulo. 


Na opinião do presidente do sindicato, ainda existe a crise política que atinge diretamente os trabalhadores. Um exemplo claro disso foi a condenação do ex-presidente Lula, que aconteceu paralelo a aprovação da reforma trabalhista no Senado.


 - Desviaram a atenção da população para a condenação do Lula, enquanto a reforma trabalhista foi aprovada. Criaram esse fato para que o povo não volte à atenção para a retirada de direitos e vá às ruas protestar contra essa e as outras reformas do governo.  Temos questionado muito o fato do Tribunal Regional Federal da 4ª Região inocentar réus cujos processos têm provas e acusar réus através de delações sem provas. Mas dessa vez houve uma condenação, pois havia o interesse de desviar a atenção da população para aprovação da reforma trabalhista – questiona.


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