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Família é resgatada pelo Corpo de Bombeiros de casa condenada na Vila Elmira

O Corpo de Bombeiros conseguiu, com muita dificuldade, resgatar na manhã desta terça-feira, quatro pessoas da mesma família que moravam numa casa condenada pela Defesa Civil, que fica na Avenida Sérgio Braga, nas proximidades de um motel, em Barra Mansa.

A família estava presa desde domingo devido as fortes chuvas. A casa que fica na encosta de um morro teve problemas na estrutura e a escada de acesso havia caído devido a desmoronamento de parte do morro.

Segundo Luciana Almeida, na residência moravam sua mãe Neusa Aparecida Gonçalves, o filho dela, Gabriel Antônio de Almeida (que está com a perna quebrada), a irmã Fátima Aparecida (deficiente) e seu tio José Ribeiro. Luciana agradeceu aos bombeiros que chegaram no momento em que solicitou o socorro.

Luciana lamentou o ocorrido pois a situação financeira da família no momento é apertada. “A prefeitura prometeu ajudar e vamos aguardar. Minha mãe é pensionista, meu filho está acidentado e está sem condições de trabalhar e eu estou licenciada. A casa está condenada e não temos como ficar”, lamentou Luciana.

O prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable acompanhou o resgate e disse que a família estará abrigada num abrigo provisório cedido pela Igreja Evangélica, onde funcionava a cooperativa de Barra Mansa, na Avenida Domingos Mariano.

Drable disse que as pessoas que perderam seu patrimônio vão receber o incentivo chamado “Recomeço”, que faz parte da legislação do município. Além desse valor, as pessoas vão receber também o “Aluguel Social”, com validade também de 90 dias.

O prefeito falou também sobre as famílias que moram na região ribeirinha do Rio Barra Mansa.

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1 Comentário

  1. Paulo Afonso disse:

    O Rio já passou por tempestades e trombas d’águas… Entretanto, o que aconteceu em BMansa, VRedonda e grande Rio, só pode ser identificado como um “tsuname” de tromba d’água.
    Não é esta, a primeira vez, que uma calamidade aquática, com estas proporções, atinge o Rio de Janeiro, mas, nessas proporções, o ano 2018 e principalmente, 2019, não tem comparação. A mídia, culpa o prefeito, por falta de investimentos, os meteorologistas, nas águas mais quentes do mar, entretanto, há que se conscientizar que trata-se de uma soma de problemas, muita chuva em 24hs onde choveu, 343ml, que já é um absurdo, a super população das grandes metrópoles, o asfalto, e o cimento que impermeabiliza o chão, a falta de vegetação, que escoa a água lentamente, lixo nas ruas, canais entupidos, bueiros entupidos, canais de escoamento das águas fluviais inadequados para chuvas nesta dimensão.

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