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Central Geral de Compras de Volta Redonda resultou R$ 17 milhões de economia em 2019

A Prefeitura de Volta Redonda, através da Central Geral de Compras (CGC), registrou uma economia de cerca de R$ 17 milhões em licitações somente de janeiro a agosto de 2019.

O prefeito Samuca Silva lembrou que a ideia de centralizar as compras do município visa a economia dos recursos públicos, já que se aumenta o volume da compra e diminui, consequentemente, o valor dos materiais.

– Não havia sentido abrir diversas licitações com o mesmo objetivo. Um exemplo desse, por exemplo, é a compra de material de limpeza: toda secretaria realizava um processo para adquirir esse material. Diante disso, realizamos a centralização dessas compras em um só processo, o que faz com que o valor diminua – comentou o prefeito.

Samuca destacou que medidas como essa fazem com que o município consiga manter e ampliar serviços na cidade mesmo em um período de crise.

– O município tem uma dívida bilionária, tanto que por ano pagamos cerca de R$ 75 milhões de dívidas. Por isso é importante esse processo de gestão, que passa também por economia em licitações. É isso que nos permite manter os salários em dia e ampliar serviços, como abrir o Restaurante Popular, abrir o Hospital do Idoso, implantar o Tarifa Comercial Zero, entre outros – completou o prefeito Samuca Silva.

Outro processo que visava a economia dos recursos públicos foi a implantação do Pregão Eletrônico como modelo de licitação. Fato que permite com que empresas de todo Brasil participe do certame.

– Vale destacar que isso gera a concorrência, o que faz com que os valores cobrados pelos fornecedores diminuam. Realizamos, diante disso, uma capacitação para empresas de Volta Redonda em como funciona o sistema de Pregão Eletrônico. E como medida de transparência, realizamos um pregão na Praça da Prefeitura para que todos pudessem acompanhar – destacou o diretor da Central Geral de Compras, Eli Alves da Silva.

De acordo com o diretor da Central Geral de Compras, exemplos de economia vieram com a licitação da merenda escolar (cerca de 25% menos do esperado), compra papel, material de limpeza, impressora, café, entre outros.

 

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