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Quase 300 policiais rodoviários deixam o Rio com fim da Operação Égide

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) escoltam uma carga de combustível para aviação desde a Refinaria da Petrobras em Araucária (PR) até o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais (PR).

Duzentos e oitenta policiais rodoviários federais deixarão o Rio de Janeiro na semana que vem devido ao fim da Operação Égide, marcada para a próxima segunda-feira (31). A operação, que começou em julho de 2017, trouxe o reforço de agentes de outros estados para aumentar o patrulhamento e reduzir o roubo de carga nas rodovias federais que cortam o estado.

De acordo com o inspetor José Hélio, assessor de comunicação da Polícia Rodoviária Federal, com o retorno dos agentes de outros estados, o Rio de Janeiro voltará a contar apenas com seu próprio efetivo, de 830 policiais, que é 25% menor do que o contingente total da Operação Égide (1.110 agentes).

“Com certeza isso vai impactar no nosso trabalho, porque nosso policiamento é ostensivo, então quanto maior o número de agentes, melhor o trabalho, principalmente quando se fala de Rio de Janeiro, onde a gente enfrenta uma situação de violência totalmente diferenciada de outros estados. Aqui a gente tem a utilização de fuzis, são bandidos que trafegam em ‘bondes’, em grande quantidade de marginais, então há sempre um enfrentamento”, disse.

De acordo com o inspetor, mesmo com o reforço de 280 homens, ainda não se tinha um efetivo adequado para patrulhar todas as rodovias do Rio. “Com a saída deles, vai ter possivelmente um aumento no índice da violência nas rodovias federais aqui do Rio. Como está num período de transição de governo, a gente não tem nada definido em relação à continuidade disso. O que está certo é que vai acabar esse reforço aqui e esses policiais voltam para os seus locais de origem”. Agência Brasil

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